Ter minério no subsolo não significa ter valor econômico. Ter dados no Data Lake também não.
Essa foi uma das provocações que levei para uma aula de 8 horas sobre Dados, Inteligência Artificial e Transformação, realizada pela HSM & Singularity University para profissionais da Vale.
E poucas empresas oferecem uma metáfora tão boa para falar sobre dados quanto uma mineradora.
Uma jazida precisa ser descoberta, extraída, beneficiada e transformada antes que seu potencial se converta em valor. Com dados acontece algo parecido.
Dado bruto → Estruturação → Qualidade → Contexto → Analytics & IA → Decisão → Valor.
Por isso, uma parte importante da nossa conversa foi sobre Data as an Asset. Não basta acumular dados. Para que eles sejam realmente tratados como ativos, precisamos saber onde estão, o que significam, se são confiáveis, quem responde por eles e, principalmente, que decisões, produtos ou processos melhores eles são capazes de habilitar.
