Archive May 14, 2026

20 Anos em Dados

Há 20 anos eu comecei minha jornada trabalhando com Dados.

Naquela época, Inteligência Artificial parecia algo distante. Big Data ainda nem era um termo popular. E convencer empresas de que dados poderiam apoiar decisões estratégicas já era, por si só, um enorme desafio.

De lá pra cá, a tecnologia mudou completamente.

Mudaram as ferramentas, as arquiteturas, as linguagens, a velocidade das transformações e até a forma como trabalhamos.

Mas uma coisa nunca mudou: no fim, trabalhar com Dados nunca foi sobre dados.

Sempre foi sobre pessoas.
Sobre ajudar organizações a enxergarem melhor seus desafios. Sobre transformar complexidade em clareza.
Sobre apoiar decisões mais inteligentes, humanas e conscientes.

Neste mês, a Máquina de Dados completa 9 anos. E eu completo 20 anos atuando na área de Dados, BI, Big Data e IA.

Esse carrossel reúne algumas das reflexões, aprendizados e provocações que marcaram essa trajetória.

Obrigado a todos os clientes, parceiros, amigos, alunos e equipes que fizeram parte dessa caminhada até aqui.

E, principalmente, obrigado por acreditarem que tecnologia só faz sentido quando ajuda pessoas a construírem futuros melhores.

Letramento Analítico na Magalu

Se você não acredita em mim, pelo menos acredite no Fred Trajano!

Brincadeiras à parte, a Magalu fez sua Transformação Digital com base nas premissas colocadas pelo Fred, que foram base do que o promoveram à CEO, juntamente com a transformação da cultura interna.

Agora, com a AI, a Magalu também está em um movimento de vanguarda, tendo publicado, há cerca de um ano atrás, o seu “Manifesto AI”, divulgado publicamente ontem.

Neste Manifesto AI, Fred & Equipe deixam claros alguns pontos e eu gostaria de salientar o segundo: “IA obrigatória para áreas de análises e inteligência”

Isso é algo em que acredito muito, inclusive tem sido tema de minhas palestras e workshops mais recentes, incluindo um no Executive Program da Singularity University.

Gosto de fundamentar nossos alunos em toda a base teórica e filosófica da análise de dados, para que eles possam tomar as melhores decisões possíveis, independentemente da ferramenta a ser utilizada: do papel & caneta ao motor de GenAI mais recente.

Em um mundo onde as ferramentas de IA retiram a fricção tecnológica dos pipelines e dashbords, uma coisa se mantém muito importante: como estruturar o pensamento para fazer uma verdadeira análise de dados?

E você, como tem abordado este assunto na sua empresa?