Um estudo recente, conduzido pela FGV Ibre, adaptou uma metodologia internacional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e chegou a um dado que merece nossa total atenção: cerca de um terço dos trabalhadores brasileiros já está em ocupações expostas ao impacto da Inteligência Artificial.
Mas essa média esconde realidades muito distintas.
Quando olhamos setor a setor, o contraste é evidente: No Agro, o impacto estimado é de apenas 1,5%. Já no extremo oposto, o setor de Intermediação Financeira pode chegar a 90,6% de impacto potencial.
Entre esses dois polos, vemos números igualmente expressivos:
📊 Administração Pública (27,3%)
📊 Comércio (59,5%)
📊 Serviços de Informação (80,8%), entre outros.
Esses dados não falam apenas de tecnologia.
Eles falam de estratégia, preparo e escolhas.
👉 Do ponto de vista das empresas, a pergunta não é se a IA vai impactar seus produtos e processos, mas como fazer isso de forma consciente, responsável e competitiva. Mapear processos, redesenhar fluxos e capturar ganhos reais de eficiência exige método, visão sistêmica e experiência prática.
👉 Do ponto de vista dos profissionais, a transformação é ainda mais direta: quem aprende a trabalhar com IA amplia seu valor; quem ignora, corre o risco de ficar para trás. Não se trata de substituir pessoas, mas de aumentar capacidades humanas.
É exatamente nesse ponto que a Máquina de Dados atua.
Estamos aqui para conectar estratégia, dados e inteligência artificial, apoiando empresas e profissionais em jornadas reais de upskilling e reskilling na Era da IA.
👉 O futuro do trabalho não é um evento distante. Ele já começou.
A pergunta que fica é simples — e profundamente humana:
Você vai apenas assistir a essa transformação ou vai fazer parte dela?
